Jet lag: o que comer para evitá-lo

Muitos já devem saber que a comida pode melhorar (ou arruinar) a maneira como nos sentimos longe de casa. Com o jet lag não é diferente! Você mesmo já deve ter escutado sobre alguns truques. Os mais comuns são: procure luz solar após o pouso, escolha sempre água, evite o álcool.

Mas o que poucos falam é como os alimentos podem nos ajudar a driblar o jet lag. “A pesquisa mostrou que quando e o que você come pode afetar seu relógio biológico interno”, diz Ryan Maciel, Dietista. “Essa é uma boa notícia para passageiros frequentes. Alterar o que você come e quando você come pode diminuir a efeitos do jet lag “.

Como a solução, infelizmente, não está no carrinho de um comissário de bordo, aqui está como começar.

Escolha bem quando tomar seu primeiro café espresso local

A cafeína é um ingrediente particularmente potente.”Para a maioria das pessoas é preciso de seis a oito horas para metabolizar a cafeína para que elas não sintam mais seus efeitos”, diz Dana Hunnes, Ph.D., R.D., nutricionista no Centro Médico Ronald Regan-UCLA. Ou seja, tomar um cappuccino em Roma às 15h (mesmo que seja 9h em casa) pode difícil dificultar seu descanso.

Regra de Hunnes: se você chegar depois do meio dia, deixe o café para o outro dia. Precisa de algo para saborear a noite? Opte por um chá de ervas isentas de cafeína, diz Maciel. Ingredientes como a valeriana e a camomila promovem o sono saudável.

Aposte nas berries

O ar seco e o jet lag podem desidratá-lo e retardar seu sistema gastrointestinal. Mas caminhar pelos mercados locais pode ajudar. “As berries podem ajudar potencialmente com jet lag, pois estão cheias de fitonutrientes, antioxidantes, fibras e água”, observa Hunnes.

“Elas hidratam, eles têm fibra – o que ajuda na regularidade – e os antioxidantes podem diminuir a inflamação associada à desidratação e à viagem”. Outras frutas, como melancia e vegetais ricos em água, como o aipo e a alface também ajudam, diz Maciel.

Coma carboidratos para o jantar

Alimentos como arroz, macarrão e batatas tornam o triptofano (aminoácido que promove o sono) mais disponível para o seu cérebro, observa Maciel. As proteínas magras como aves e peixes também contêm grandes quantidades de triptofano.

Mais tarde, considere um lanche de cerejas. A fruta é um dos poucos alimentos que possui naturalmente a melatonina, hormônio do sono. Bananas também são indicadas, já que estão cheias de magnésio e potássio, dois minerais que nos ajudam a adormecer, diz Maciel. Para acompanhar, tome um copo de leite desnatado. “O cálcio no leite age como um auxiliar do sono ajudando a converter o aminoácido triptofano em melatonina”.

Coma por energia

Apesar da familiaridade ao ver os arcos brilhantes após um longo voo, vá com calma! O fast food processado pode reduzir os níveis de um químico cerebral calmante chamado serotonina.Como resultado pode ser que o sono demore muito para aparecer, diz Maciel.

Hunnes completa: “O sal só vai fazer você se sentir mais inchado do que o avião fez. O queijo pode constipá-lo mais.” Legumes torrados, vegetais, massas integrais ou gorduras saudáveis ​​em abacate ou nozes proporcionam energia sustentada ao longo do dia, diz Maciel.

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