Café Bathé recebe três novas exposições

Tem novidade no Café Bathé! A exposição “SerVida, Amor?” abre hoje ao público. Raízes, olhares abstratos e visões do subconsciente são alguns dos pontos de partida para as obras da exposição. São cerca de 30 obra de três artistas paranaenses: Elisabeth Sekulic, Cé Figueiredo e Márcia Dalcin. Com curadoria de Birgitte Tümmler, a mostra pode ser visitada até 4 de novembro.
O título da exposição é uma união de palavras, “Ser”, “Vida” e “Amor”, um triângulo dos temas que as artistas propõem em seus trabalhos. Localizada nas dependências do Café Bathé,  as telas inéditas misturam-se com outras já expostas em coletivos ou individualmente. “Cada elemento traduz as obras das artistas, mostrando a unidade de uma pessoa, de uma existência”, comenta Birgitte.
Imagens marcantes
Obra de Elisabeth Sekulic
Elisabeth Sekulic aborda o tema “Ser”, no qual visita o inconsciente coletivo em técnicas de pigmentação em cera sobre tela e pintura em painéis de ferro. Seu ponto de partida são manchas nas superfícies, que ela recria com novos desenhos. “A criação artística não sai do consciente da pessoa, parte do inconsciente coletivo a partir de imagens”, explica Elisabeth, que se inspira nos trabalhos do psiquiatra Hermann Rorschach, cujo método diagnosticava pacientes a partir da interpretação destes de imagens de manchas. “Faço uma representação do que vi naquele momento”, comenta Elisabeth.
Obra de Cé Figueiredo
Já “Vida” fica a cargo de Cé Figueiredo. Ela constrói imagens a partir do estudo de plantas – tem formação em biologia. “A vegetação é um tema que gosto muito, tento transitar da arte pra biologia e vice-versa”, comenta. Assim, as telas com pinturas em acrílico revelam detalhes do sistema vegetal e a interação do homem com o meio ambiente.
Pilares existenciais
Obra de Marcia Dalcin

 

O tema “Amor”, é abordado por Márcia Dalcin, com suas obras abstratas em tinta acrílica. A fonte de inspiração parte do amor e da família, que ela considera seus pilares existenciais. Formas retilíneas de poucas cores se cruzam, são sobrepostas ou aparecem em paralelo, buscando equilíbrio na imagem. “Cada tela é uma tela, uma inspiração, que deixo fluir, sem seguir intencionalmente algum padrão pré-estabelecido”, explica a artista sobre seus métodos de criação.

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