África do Sul: nossas indicações de hospedagem

A gente sabe que a procura por hospedagem é algo complicado! Achar um lugar que tenha uma boa localização, o conforto que você espera e um preço camarada pode ser uma tarefa difícil. Por isso, resolvemos compartilhar com vocês nossas escolhas na África do Sul e quem sabe assim, ajudar outros viajantes.

Lembrando que vários são os fatores que podem influenciar na hora de escolher sua casa fora de casa. Por exemplo: quantidade de pessoas, orçamento, objetivo da viagem, perfil dos viajantes e por aí vai. Nós por exemplo, já faz tempo que preferimos desembolsar uma grana a mais para evitar locais com banheiro compartilhado. Com o tempo e experiências nossa exigência foi aumentado, assim como o valor investido em nossas viagens. Mas, como falei, depende muito das suas expectativas e perfil. 

Desta vez nossas estadias foram um mix de tudo: teve pousada, airbnb e hotel. Isso porque, resolvemos adaptar cada estadia aos programas que pretendíamos fazer e funcionou muito bem! Confira nossas sugestões de estadia reservadas através do booking (menos Aibnb).

Malelane – Hhusha Hhusha

Nossa primeira estadia foi nessa pousada, que mais parece um hotel. O quarto era espaçoso, confortável e bem limpinho. Além disso, a área compartilhada é super estruturada. Há um barzinho onde as bebidas ficam disponíveis e você só paga na saída, tudo na confiança.

Foto: Divulgação (Booking)

A piscina foi outro ponto positivo! Mesmo no inverno, ao chegar em Malelane estava muito quente, super apropriado para um mergulho. Há ainda uma cozinha bem equipada e o estacionamento coberto e gratuito. É importante ressaltar que o café da manhã é cobrado a parte e caso você pretenda sair cedo para ir ao Kruger eles embalam para viagem. No final das contas acabamos não optando pelo café, então não podemos opinar.

A localização da pousada foi outro fator que influenciou nossa escolha. Além de ficar próxima de mercados e lanchonetes, o portão de acesso ao Kruger fica a apenas alguns minutos da Hhusha Hhusha. Ah, o wifi também era ótimo e funcionava perfeitamente em todas as áreas. Fomos super bem atendidos e recomendamos esse lugar de olhos fechados.

Hazyview – Hazyview Cabanas

Ao sair do Kruger Park, nossa próxima parada foi em Hazyview. Apesar de ser um pouco afastado do centro da cidade, o Hazyview Cabanas superou nossas expectativas!

Foto: Divulgação (Booking)

A escolha do chalé foi ótima! Apesar de ser enorme apenas para duas pessoas, já que há dois quartos, o preço ainda saiu em conta comparado a outras opções na mesma faixa de preço. A cozinha é completa e o hotel possui uma vendinha onde você pode comprar itens para preparar sua refeição sem ter que ir até o centro. O preço é um pouco mais caro, mas nada exorbitante.

A estrutura oferece ainda um spa, piscinas, café e um restaurante na área do hotel. Consumimos só as coisas do café, mas estava tudo bem preparado e delicioso. Isso sem contar ainda no acesso ao Rio Saabie, uma vista maravilhosa. O estacionamento era gratuito e coberto. O único ponto negativo, se é que pode se dizer isso, era o wifi que não funcionava no chalé. Mas sinceramente, em um lugar como esses, nem fez falta!

Hoedspruit – Marepe Country Lodge

O Marepe ganhou nossos corações <3 A localização é ótima (próximo ao HESC e Moholoholo), o atendimento do Toni e do Vincent é excepcional e o restaurante é um show a parte! Foi lá que tivemos as melhores refeições de toda a viagem. Eles inclusive fizeram um pedido especial, que não estava no cardápio. Já nos ganharam pelo estômago e cuidado com que nos trataram.

Foto: Divulgação (Booking)

Não fosse isso, o preço foi um dos mais em conta de toda a viagem. É preciso deixar bem claro que não há luxo e que alguns quartos possuem uma aparência mais antiga. Mas estava tudo extremamente limpo e tinha tudo que precisávamos para um bom descanso.

Foto: Divulgação (Booking)

Ao optar pelo Marepe você ainda garante um banho de piscina nos dias quentes e um estacionamento gratuito e coberto. Já nas noites frias você pode desfrutar um vinho local próximo à lareira aberta que fica em uma área externa super aconchegante. O Marepe foi nossa estadia preferida em toda a África do Sul, amamos e recomendamos <3

Joanesburgo – Airbnb

Como já falamos em outro post, acertamos em cheio ao escolher o bairro de Maboneng para nossa estadia em Joanesburgo. O bairro é mega descolado e boêmio, com diversas galerias de arte, bares e restaurantes. Só pelas redondezas já valeu a pena nos hospedar por lá.

Como os preços na região estavam um pouco elevados, acabamos escolhendo um Airbnb. O apartamento fica em cima do Museu de Design Africano e era bem completinho. Só tivemos alguns problemas para retirar a chave, já que a anfitriã a deixou em outro prédio, em outra rua.

Até conseguimos pegar a chave com facilidade, mas ninguém nos explicou que nossa chave só dava acesso através da garagem. Por sorte, uma moradora do local viu que estávamos com dificuldade e nos ajudou. Depois disso, percebemos que a chave não dizia qual era o número do apartamento. Já estávamos tentando de porta em porta, até que outro morador nos indicou qual era o nosso apartamento. Ubuntu!

Outra coisa: ao reservamos o apartamento nos foi falado que havia garagem, mas quando chegamos lá não tinha vaga e estacionamos na rua. Apesar disso, recomendamos o local. Só é preciso combinar bem com a anfitriã esses detalhes.

Cidade do Cabo – Happy Rhino Hotel

Esse foi o único local que não correspondeu nossas expectativas. Logo na chegada fomos colocados no quarto errado. Pagamos a mais para ter um quarto maior e com vista da Table Mountain e nos colocaram no menor quarto do hotel, praticamente sem janelas.

Foto: Divulgação (Booking)

Quando reclamamos, nos informaram que só poderíamos ir para o quarto certo no outro dia pela manhã. Como não tinha muito o que fazer, aceitamos. Saímos para os passeios e quando voltamos nos deram as chaves do quarto correto. Mas mesmo assim achamos MUITO pequeno. O quarto até que nem tanto, mas o banheiro…

Foto: Divulgação (Booking)

Não tinha box, então depois do banho todo o piso ficava molhado. Isso sem falar que ao sentar na privada suas pernas ficam encostadas na pia. Fora isso o estacionamento é pago (50 Rands por dia), assim como o café da manhã. Resumindo: estacionamos na rua e tomamos café fora todos os dias.

Se você estiver com uma mala de rodinhas já aviso que provavelmente você tenha que carrega-lá até o quarto. O elevador só dá acesso aos primeiros andares. Se o seu quarto ficar nos níveis de cima, você precisa terminar o trajeto pela escada.

Foto: Divulgação (Booking)

Acredito que a única coisa realmente positiva neste hotel é a localização. A Long Street e seus bares e restaurantes ficam a apenas uma quadra do hotel. Mas cuidado ao anoitecer, fomos abordados por “traficantes” várias vezes. Apesar de não serem violentos é bom ficar esperto.

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