Lua de Mel 5# – Cobá

Adoro quando incluímos destinos ou atrações na última hora! Foi exatamente assim que acabamos em Cobá, cidade cuja principal atração é um lindo sítio arqueológico. Como gastamos alugando o carro, tentamos aproveitar ao máximo as cidades próximas da região por onde circulávamos. Neste dia já havíamos visitado Tulúm pela manhã e decidimos que rodaríamos mais 44 km até Cobá.

Uma das pirâmides mais conservada do sítio, mas não está entre as maiores,
Uma das pirâmides mais conservada do sítio, mas não está entre as maiores,

A estrada entre Tulúm e Cobá era super boa e sem pedágio. Este caminho também é legal para quem quer comprar artesanato local. Tudo bem mais barato que em Cancún, Playa del Carmen e Tulúm, além de encontrar peças diferentes, realmente únicas. Chegando na Zona Arqueológica de Cobá havia um estacionamento pago, mas bem barato (em torno de 5 dólares) e também banheiros – o que é bem importante, pois a probabilidade de você passar horas dentro da cidade maya é grande e lá não tem banheiro nem comida.

Entrada da Zona Arqueológica.
Entrada da Zona Arqueológica.

Uma vez lá dentro nós nos deparamos com algumas opções: fazer o tour caminhando, com ou sem um guia, ou ir de bicicleta, também com guia disponível. Como nós já estávamos cansados (e somos um pouco preguiçosos também haha) decidimos pegar uma espécie de tuk-tuk com um guia. Foi a melhor coisa, porque só assim conseguimos conhecer toda a zona arqueológica em poucas horas. Nosso guia nos levava a cada uma das ruínas, nos contava sua história e nos dava alguns minutos para apreciar.

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Uma das primeiras ruínas que encontramos.

Durante o trajeto percebemos que a maioria dos guias se comunicava em maya! Já tínhamos notado que não era espanhol, então ele nos contou que a população de Cobá fala maya e mantém algumas tradições até hoje. É uma sensação muito louca, tipo aqueles filmes de ação na selva! hahaha

Subindo os 42 metros da mais alta pirâmide.
Subindo os 42 metros da mais alta pirâmide.
Vista do alto da Nohoch Mul ou o “Castillo”.
Vista do alto da Nohoch Mul ou o “Castillo”.

O único ponto negativo é que como chegamos tarde já tinha muita gente por todos os lados. Tirando isso foi tudo bem tranquilo! Acho que o fato de usarmos o repelente ajudou, porque tem muito mosquito. A história do local é incrível, rica em detalhes, por isso foi ótimo termos investido um pouco mais e ter pego o guia. Cobá é enorme e pode ser meio complicado se achar no meio do mato, isso é outro fator pelo qual nós indicamos a contratação de um guia.

A vista é de tirar o fôlego.
A vista é de tirar o fôlego.
<3
<3

Se estiver nas imediações de Cobá, com certeza vale o rolê até lá 🙂

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